Alunos com síndrome de down e a busca por sua independência social

Apresenta neste artigo a abordagem de aspectos teóricos e práticos sobre a independência social dos alunos com Síndrome de Down, e a motivação recebida desde bebês até a vida adulta. A inclusão dos alunos vem sendo conquistada graças as leis implementadas, defendendo todas as pessoas com necessidades especiais e garantindo a elas inúmeros direitos. Esta mesma inclusão garante hoje a inserção das pessoas com Síndrome de Down nas escolas regulares e no ambiente social. Analisando amplamente, as características físicas são, na sua maioria, iguais. No entanto, cada pessoa se desenvolve de forma particular, sendo necessário levar em consideração o grau de deficiência, os estímulos recebidos, o ambiente em que vive, entre outros. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE é, atualmente, a instituição responsável em atender e estimular os alunos com necessidades especiais, auxiliando-os em seu desenvolvimento físico e psicológico, bem como orientar as famílias sobre o trabalho contínuo que devem realizar em casa. Hoje as crianças têm estímulos diversos e acompanhamento frequente de profissionais, além da presença constante da família na vida dos mesmos, buscando resultados cada vez mais promissores, iniciativas estas que não eram vistas com frequência antigamente, o que interferiu consequentemente em um possível ingresso no mercado de trabalho. Chahira Kozma destaca a mudança do cromossomo 21, gerando a Síndrome de Down e afirma que é um fator que ocorre igualmente em todas as raças, grupos étnicos e classes socioeconômicas. As autoras Ana Pires, Daiana Bonfim e Lana Bianchi trazem a importância da inclusão das pessoas com Síndrome de Down no mercado de trabalho, as dificuldades que enfrentam e os avanços existentes.
Palavras-chave: Síndrome de Down; Independência Social; Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).