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EDE UNICSUL |
A CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA DE PARKINSON: UMA REVISÃO
BIBLIOGRÁFICA
A doença de Parkinson (DP) e a “síndrome de Parkinson” compreendem um grupo de
distúrbios caracterizados por tremor e perturbação do movimento voluntário, da postura e
do equilíbrio. A DP foi descrita pela primeira vez por James Parkinson em 1817 (STOKES,
2000). Sua prevalência é observada em 150 casos/100.000 habitantes, o que a torna a
doença neurodegenerativa mais frequente depois da doença de Alzheimer (CAMBIER et
al., 2005).A intervenção fisioterapêutica inclui a terapia convencional e ocupacional,
terapia com estímulos visuais, auditivos e somato sensitivo. Todos os exercícios têm
como objetivo melhorar a função do movimento, como levantar, andar, sentar, as
atividades motoras, bradicinesia e redução das quedas bem como manter ou melhorar a
condição respiratória (SANTOS, 2010).O objetivo desse estudo foi de pesquisar, mediante
uma revisão bibliográfica, a fisiopatologia da doença de Parkinson e como a Fisioterapia
atua no processo de reabilitação.Concluímos então que a fisioterapia tem um papel
importante na reabilitação dos pacientes com DP, melhorando a sua qualidade de vida e
sendo observado ao longo do tratamento uma maior independência para realizar suas
atividades de vida diárias, evitando o aparecimento de posturas inadequadas e
deformidades que contribuem para a piora do seu quadro clinico
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