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A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO DE EXTRATOS DE PLANTAS
MEDICINAIS
Os fitomedicamentos são substâncias de origem vegetal elaborados com extratos
padronizados. De maneira geral, são compostos por um complexo processo químico que visa
concentrar os marcadores ativos da planta em um extrato. A padronização química garante o
teor de marcadores ativos para obtenção de uma atividade farmacológica. Para que se possa
padronizar os extratos é imprescindível que se utilize uma substância química de referência
(SQR), um material de referência. Todavia, a obtenção desses materiais de referência é
limitada por diversos fatores. Logo, este trabalho visa apresentar os esforços que a
comunidade científica tem feito para certificação de extratos de plantas medicinais, sua
importância e suas limitações, considerando que no Brasil, poucos materiais de referência são
produzidos, necessitando, portanto, importá-los. Os resultados indicaram que 37,5% dos
artigos pesquisados correspondem ao tema sobre materiais de referência (MR) e materiais de
referência certificado (MRC); 31,25% correspondem às plantas medicinais e fitoterápicos, e
31,25%, ao controle de qualidade das plantas. As RDCs específicas são regulamentadas pela
ANVISA e têm como objetivo a normatização, o registro dos fitomedicamentos e o controle
de qualidade destes produtos. O estudo indicou ainda que, para os fitoterápicos obterem seus
registros, faz-se necessária, a execução criteriosa de protocolos descritos na ABNT ISO
GUIA 34 e 35. Entretanto, observa-se que há uma grande dificuldade na obtenção de MRs e
MRCs de extratos de plantas medicinais, visto a complexidade molecular dos seus extratos, a
dificuldade de padronização dos extratos e a falta de técnicas analíticas robustas que possam
purificar e quantificar todos os metabolitos ativos presentes.
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