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AVALIAÇÃO DE ESTERILIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE DOS OVOS E TESTE DE
ESTABILIDADE DE Chysomya puctoria (WIEDEMANN, 1818) (INSECTA:
DÍPTERIA: CALLIPHORIDAE) PARA UTILIZAÇÃO EM BIOTERAPIA

A terapia larval consiste na aplicação de larvas vivas estéreis de dípteros obtidas em
laboratório sobre lesões, feridas crônicas ou infectadas tendo como finalidade a cicatrização a
partir da remoção de secreção e tecido necrosado pelo inseto facilitando, assim, o processo de
cicatrização. No presente o objetivo foi avaliar o uso de hipoclorito de sódio na concentração
(0,5%) como agente esterilizante e a viabilidade em diferentes tempos exposição das larvas
pós-esterilização de Chrysomya puctoria (Wiedemann) (Díptera: Calliphoridae) para uso em
terapia larval. Para confirmar esterilização utilizou-se os meios para cultura “plate count agar”
(PCA), apropriado para o crescimento de bactérias, e o Agar sangue, apropriado para o
crescimento de bactérias com propriedades hemolíticas. Depois de todo o processo de
esterilização, os ovos foram colocados em placas de Petri estéreis, forradas com papel filtro
também estéril e umedecido com solução bidestilada de soro fisiológico a 0,9%, tendo sido
então mantidos por 18 horas em câmara climática com temperatura controlada (25±1ºC), para
aguardar a eclosão das larvas. A viabilidade foi avaliada transferindo 60 neolarvas de C.
puctoria das placas de Petri com gazes umedecidas para 0,100g de proteína (carne moída) que
serviu como fonte alimentar para as larvas, intencionando assim, avaliar a viabilidade e o
desenvolvimento dos insetos nos períodos de tempo de 12, 24, 48 e 72 horas após a
esterilização. O processo de esterilização por hipoclorito de sódio na concentração de 0,5%
não impediu a eclosão das larvas da espécie de C. puctoria, sendo assim, o hipoclorito de
sódio mostrou-se um eficiente agente desinfectante para limpeza dos ovos independentemente
do tempo de exposição ao agente químico, quando avaliados no tempo de 1 minuto (80%)
bem como 3 minutos (75%), quando comparados aos controles. O cultivo da “solução de
enxágüe” usada no processo final de desinfecção dos ovos em dois meios distintos seletivos
para o crescimento de bactérias corrobora este fato. Quanto à viabilidade e desenvolvimento
das larvas, verificou-se que a viabilidade larval e total foi significativamente inferior no
período de tempo de 72h (Grupo E) em relação aos demais tratamentos (Grupos A, B, C e D).
Os resultados alcançados neste estudo mostram que a desinfecção de ovos de dípteros feita
por meio de hipoclorito de sódio, é uma técnica eficaz a ser empregada para a espécie C.
puctoria. A esterilização de ovos C. puctoria não influenciou negativamente a eclosão das
larvas, a viabilidade larval visando à obtenção de larvas estéreis para uso em terapia larval.

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ISSN: 2446-9467 QUALIS NÍVEL B5 (2015) em Educação Física -  Educação - Interdisciplinar

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