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EDE UNICSUL |
CONTRIBUIÇÃO DA ENFERMAGEM AS GESTANTES COM SÍFILIS
NA ASSISTÊNCIA PRÉNATAL
A sífilis constituise uma doença infecciosa sexualmente transmissível e que possui
fases tanto agudas, como de latência e que por possuir grande impacto em nível de saúde
publica necessita de controle e rastreio precoce. Neste sentido, por ocasião de seu
diagnóstico se faz necessário a sua notificação, pois é responsável por inúmeras
complicações gestacionais, incluindo como o aborto, o parto prematuro e a máformação
congênita que necessita de atenção tanto profissional como por meio da efetiva ação de
políticas publicas voltadas às gestantes, como a realização do prénatal (1,2).
A Sífilis congênita (SC) possui como causador o Treponema pallidum, que tem a
habilidade de ultrapassar a barreira placentária, principalmente antes do 4º mês de gravidez,
contudo pode ocorrer em qualquer etapa da gestação. Inclusive alguns casos são notificados
apenas no momento do parto devido à ausência de atenção prénatal ou inadequada
abordagem da gestante, que deve incluir o seu parceiro sexual. Como a sífilis adquirida pela
mãe pode se encontrar em seus diferentes estágios, este fato poderá repercutir diretamente
sobre o feto, uma vez que dependendo do estágio da infecção a exposição à bactéria
ocorrerá de forma mais intensa e com maior tempo de exposição (3,4).
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