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HAVERÁ TEMPO?:
Individualismo, Excesso, Aceleração
Este escrito se volta para a relação tempo e produção subjetiva com destaque para a
contemporaneidade. Seu objetivo é promover breve estudo acerca do(s) sujeito(s)
contemporâneo(s), detendo-se em investigar, descrever e analisar algumas características
acentuadas nos planos social e individual, tais como o individualismo, o excesso e a
aceleração da vida, como também, a indiferença e o vazio. O texto tem caráter psicossocial
eminentemente crítico, entendendo a constituição do sujeito atual entrelaçada ao tempoespaço no qual está inserido. A discussão se volta para formas de subjetivação entendidas
como proeminentes no contemporâneo, tendo em perspectiva que se encontra amplamente
disseminada na sociedade uma “lógica” do instantâneo, do imediatismo, da produtividade e da
competitividade. Organiza-se em três capítulos, o primeiro, com ênfase no individualismo,
parte dos conceitos pós-modernidade e hipermodernidade tais como sistematizados no
pensamento de Gilles Lipovetsky; o segundo, com realce no excesso, tece tal leitura através
dos estudos de Joel Birman, através de quem o sujeito contemporâneo é lido e entendido de
modo inseparável ao mal-estar manifesto na atualidade; o terceiro discute tema relevante na
investigação, descrição e análise dos processos de subjetivação: a aceleração da vida. No fim,
lançam-se breves reflexões acerca das questões apresentadas, suscitando questionamentos
considerados importantes aos saberes e práticas em psicologia. O texto se encerra,
mencionando que vale conduzir nosso modo de pensar, sentir e viver na permanente busca por
alternativas frente à tirania do senso comum; nisto, importa despertar, alargando horizontes ao
nutrir a esperança e cultivar a utopia.
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