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EDE UNICSUL |
Impactos do Acolhimento com Classificação de Risco nas Unidades de
Urgência e Emergência do Brasil
Identificar os problemas, as vantagens e desvantagens no período pós implementação do
acolhimento com classificação de risco nas unidades de urgência e emergências. brasileiras
Método: Revisão integrativa com abordagem qualitativa, a busca foi realizada nas bases de dados
BDENF, e LILACS e na biblioteca virtual de saúde (BVS), com associação dos descritores
acolhimento, triagem e emergências, cruzados com o operador booleano “AND”. Para descrição das
pesquisas selecionadas utilizou-se frequência absoluta (n), percentual (%) e a organização dos
dados por similaridade. Resultados: foram selecionados e analisados 19 estudos, 36,84% referentes
à implantação/organização/avaliação, 31,57% à perspectiva do profissional de enfermagem, 17,78%
à superlotação/classificação, 10,52% à perspectiva do usuário e 5,26% ao comparativo entre
Sistema de Manchester e Protocolos Institucionais. Conclusão: Sugere-se que gestores dos serviços
de saúde que pretendem implantar e/ou qualificar o acolhimento com classificação de risco (ACR),
ofereçam uma assistência permanente aos profissionais que encontram-se de frente no serviço,
oferecendo-lhes também melhor estrutura de trabalho, com obtenção de avanços na atenção à saúde
nos serviços de urgência e emergência. Sugerindo também um melhor enfoque sobre a atenção
básica de saúde, objetivando uma qualificação da rede, garantindo melhor atendimento aos
usuários, consequentemente resolvendo o problema da superlotação nas unidades de urgência e
emergência.
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