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MEDICALIZAÇÃO, BIOPODER E PROPAGANDA
O presente estudo propõe uma articulação entre a medicalização da sociedade, a
biopolítica e a propaganda de medicamentos. Para este fim, foi realizada uma
pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico, através da revisão e comparação de
diversas publicações nacionais e internacionais. A medicalização está inserida no
contexto de uma sociedade capitalista, responsável por inserir o corpo na esfera
política, tornando-o uma realidade biopolítica. Foi possível perceber que o
fenômeno da medicalização é possibilitado pela racionalidade diagnóstica,
discurso que atua na denominação do mal-estar em formas mais ou menos
valorizadas de sofrimento, determinando o que deve ou não ser tratado. O
aumento das categorias diagnósticas e da produção de novos fármacos provocou
a necessidade de gerar uma demanda de consumo desses medicamentos na
população. A propaganda de medicamentos aparece como parte de um circuito
que sustenta o fenômeno da medicalização.
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