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EDE UNICSUL |
O PACIENTE FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS
O inevitável trajeto frente à finitude e à morte
A presente pesquisa de caráter qualitativo sobre a finitude, a morte e o morrer, é
alicerçada em revisão de literatura onde foram utilizados livros e artigos que
contemplam estas e outras temáticas concernentes. Compreender a transformação das
relações do homem com a morte a partir de breve histórico em contexto sócio-cultural,
bem como analisar outras questões correlacionadas, tais como a bioética da
terminalidade e os cuidados paliativos, se constituem nos objetivos gerais e específicos
perseguidos. A morte é uma realidade intrínseca e universal da existência humana, e,
além disso, quando se entra em contato com a finitude, o ser humano tem a
oportunidade de viver de forma autêntica, extraindo das adversidades oportunidades de
aprendizado. O trabalho buscou também identificar reações de pacientes e familiares,
frente ao diagnóstico de uma doença grave e sem cura conhecida, que considera os
pacientes como “fora de possibilidades terapêuticas”. O processo do luto antecipatório,
as mudanças na rotina, as etapas vivenciadas pela família e pelo paciente e por fim
possibilidades de intervenções psicológicas são questões apresentadas como escopo do
trabalho. Observa-se a necessidade de escuta a pacientes e familiares para que os
mesmos consigam enfrentar o processo de maneira que minimize o seu sofrimento.
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