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EDE UNICSUL |
OCORRÊNCIA DE DENGUE RELATADA E A AUTOMEDICAÇÃO NOS
DISCENTES DOS CURSOS DE SAÚDE DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
SUPERIOR, LOCALIZADA NA BAIXADA FLUMINENSE
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, virose cujos vetores são mosquitos do gênero
Aedes que, para transmitirem a doença, deverão picar o indivíduo saudável, finalizando com
isso o ciclo de transmissão (VERONESI e FOCACCIA, 2005). Esse vírus é encontrado na
forma de quatro sorotipos (DEM1, DEM2, DEM3 e DEM4), localizado na família flaviridaee
gênero flavivirus. Alguns fatores são responsáveis pela falência do controle na reprodução do
Aedes aegypti, aumentando significativamente sua população e desses podemos citar:
deficiência nos programas de controle do mosquito, êxodo rural, facilidade das migrações
entre regiões e urbanização acelerada (CASALI et l., 2004). Sendo assim este estudo tem
como objetivo verificar a ocorrência de dengue e a automedicação nos discentes dos cursos de
saúde de uma instituição de ensino superior da baixada fluminense. Foram entrevistados 130
discentes de quatro cursos de graduação em saúde.O estudo foi realizado em uma Instituição
de Ensino superior na Baixada Fluminense. Das regiões em que costuma ser dividido o
Estado do Rio de Janeiro, a Baixada Fluminense, é a segunda mais populosa, só sendo
superada pela capital.Foram pesquisados através de questionário a ocorrência relatada de
dengue e a prática de automedicação em diferentes gêneros de discentes pertencentes aos
cursos de Graduação em Enfermagem; Educação Física; Farmácia e Fisioterapia de uma
Instituição de Ensino Superior, localizada na baixada Fluminense. No levantamento da
incidência de Dengue realizado em uma Instituição de Ensino Superior, ficou evidente que a
maioria dos entrevistados não se dispõe a fazer a confirmação do diagnóstico, deixando de
revelar os dados corretos para as estatísticas e, consequentemente, tornando falhos programas
de controle que são elaborados baseando-se nestas pesquisas de dados. A automedicação é
uma prática bastante comum nas faculdades, entre os acadêmicos da área da saúde. Fatores
como nível de conhecimento, confiança, facilidade de acesso a medicamentos, condição
financeira, interferem significativamente na hora de adotar a automedicação.
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